Vaticano

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Planejando sua viagem ao VATICANO

O Vaticano é um destino que combina espiritualidade, arte e história de maneira singular. É o menor país do mundo, mas abriga uma das maiores concentrações de obras-primas da humanidade, como a Capela Sistina e a Basílica de São Pedro. É também o centro espiritual da Igreja Católica e o local onde se vive uma atmosfera única de fé, silêncio e contemplação.

Em nossa visita ao Vaticano, experimentamos diferentes horários e ritmos: desde manhãs tranquilas em praças silenciosas até momentos de movimento intenso na Praça de São Pedro. As fotos desta viagem vão mostrar a diversidade de experiências que esse lugar tão especial pode oferecer.

A seguir, você confere nossas recomendações e informações úteis para sua visita ao Vaticano!

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DICAS DE VIAGEM VATICANO


Neste post, você encontrará os seguintes tópicos:

   • Sobre o Vaticano
   • Dicas de viagem: O que ver no Vaticano
   • Informações básicas para sua viagem
   • Quando ir ao Vaticano / Melhor época para visitar
   • Hospedagem
   • Transporte
   • Saúde
   • Segurança
   • Alimentação
   • Souvenirs

SOBRE  O VATICANO

O Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano, é um enclave independente situado no coração de Roma, capital da Itália. Com cerca de 44 hectares, é o menor país do mundo tanto em área quanto em população. Governado pelo Papa, líder da Igreja Católica, o Vaticano é uma teocracia e o centro nevrálgico do catolicismo.

Entre seus tesouros estão a Basílica de São Pedro, a maior igreja do mundo e uma das mais importantes da cristandade, os Museus Vaticanos, onde está a famosa Capela Sistina de Michelangelo, e os Jardins Vaticanos, que são acessíveis apenas por visita guiada. Cada detalhe desse território é carregado de significado histórico, artístico e espiritual.

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LençóisPor uma combinação impressionante de fatores que não se repetem em nenhum outro lugar, como ser o menor país do mundo, o centro espiritual do catolicismo e um verdadeiro tesouro artístico, é que o Vaticano pode ser classificado como “Lugar Único no Mundo!“, capaz de impressionar tanto por sua grandiosidade quanto por sua pequenez física.

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PRAÇA DE SÃO PEDRO – A Praça de São Pedro é o cartão-postal clássico do Vaticano, e não sem razão. Projetada por Gian Lorenzo Bernini entre 1656 e 1667, ela é um espetáculo de simetria e grandiosidade, com capacidade para acolher até 300 mil pessoas. É aqui que multidões se reúnem em grandes eventos litúrgicos, como as missas celebradas pelo Papa, a bênção Urbi et Orbi e a aguardada audiência papal das quartas-feiras.

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Praça de São Pedro

A praça tem formato elíptico e é cercada por uma colunata monumental com 284 colunas dóricas dispostas em quatro fileiras, formando um abraço simbólico da Igreja ao mundo. No topo dessas colunas estão 140 estátuas de santos esculpidas entre 1662 e 1703. Quando se caminha ali por baixo, é fácil se sentir pequeno, e é justamente esse o efeito que Bernini desejava.

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Ao centro da praça, está um obelisco egípcio de mais de 25 metros de altura, trazido para Roma no ano 37 dC, na época do imperador Calígula. Ele foi colocado ali em 1586, numa operação tão complexa que contou com mais de 900 homens, 140 cavalos e 44 guinchos. Ao lado do obelisco há duas fontes, uma de Carlo Maderno (1613) e outra de Bernini (1675), que se equilibram perfeitamente na composição do espaço.

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 Se você parar em um ponto específico da praça (indicado no chão com um disco de mármore), verá todas as quatro colunas da colunata perfeitamente alinhadas, dando a impressão de que existe apenas uma fileira. É uma pequena mágica óptica escondida ali no meio do conjunto.

A Praça de São Pedro fica aberta 24 horas por dia e não requer ingresso. Chegar ao amanhecer ou ao entardecer é garantia de belas fotos, com luz dourada e menos turistas ao redor. À noite, iluminada, a praça ganha uma atmosfera ainda mais mágica.

Audiência Papal: Como ver o Papa de perto

Ver o Papa pessoalmente é, para muitos, um dos pontos altos da visita ao Vaticano, e não é tão difícil quanto pode parecer. A chamada audiência papal acontece tradicionalmente às quartas-feiras, pela manhã, e é gratuita. Mas como tudo no Vaticano, exige um pouco de planejamento.

A audiência ocorre geralmente na Praça de São Pedro, em frente à basílica, quando o clima está bom. Em dias de chuva ou muito frio, pode ser transferida para a Sala Paolo VI, um auditório fechado com capacidade para cerca de 6.000 pessoas. Em ambas as situações, o evento é aberto ao público, com entrada mediante apresentação de um bilhete gratuito, que deve ser solicitado com antecedência.

Durante a audiência, o Papa circula de papamóvel, abençoa fiéis, faz uma leitura e pronuncia uma breve catequese em várias línguas, incluindo português. O evento termina com a bênção apostólica, que se estende a familiares, amigos e até objetos religiosos que você leve consigo (como terços, medalhas, etc.).

Como conseguir ingresso? Há duas formas principais: solicitando diretamente no site da Prefeitura da Casa Pontifícia ou, mais facilmente, por meio de paróquias, instituições religiosas ou agências que intermedeiam o processo (algumas até entregam no hotel). Os ingressos devem ser retirados no dia anterior à audiência, na porta do escritório ao lado da Basílica de São Pedro.   Mesmo com ingresso em mãos, é bom chegar cedo. Muito cedo. Quem quer garantir lugar na grade ou nas primeiras fileiras deve estar lá entre 7h e 7h30, mesmo que a audiência só comece por volta das 9h30. Os portões abrem entre 8h e 8h30, e há revista de segurança com detectores de metais.

BASÍLICA DE SÃO PEDRO – Impossível ir ao Vaticano e não se impactar com a grandiosidade da Basílica de São Pedro. Mesmo que você já tenha visto fotos ou vídeos, nada se compara ao momento em que se está diante daquela fachada imponente, no coração da Praça de São Pedro. Ela é a maior igreja do mundo em área interna e uma das mais sagradas do catolicismo, construída justamente sobre o local onde, segundo a tradição, foi enterrado o apóstolo Pedro.

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Basílica de São Pedro

Sua construção começou em 1506, por ordem do Papa Júlio II, e levou mais de um século para ser concluída, só ficou pronta em 1626. Ao longo desse tempo, participaram do projeto nomes de peso da arte e arquitetura renascentista: Bramante, Rafael, Michelangelo (que projetou a famosa cúpula), entre outros. A cúpula, aliás, com 136 metros de altura, pode ser avistada de diversos pontos de Roma e virou símbolo do Vaticano.

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Cúpula da Basílica de São Pedro

Dentro da basílica, prepare-se para andar de cabeça erguida. A quantidade de detalhes, esculturas e mármores é de tirar o fôlego. Um dos destaques é a “Pietà“, obra-prima de Michelangelo esculpida quando ele tinha apenas 24 anos. Ela fica protegida por um vidro blindado, mas mesmo assim impressiona pela delicadeza e emoção transmitida.

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Basílica de São Pedro

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Mosaicos enfeitam o interior da cúpula da basílica

Subir até a cúpula é uma experiência à parte. São mais de 500 degraus (ou um elevador que te poupa boa parte do caminho), mas o esforço é recompensado com uma das vistas panorâmicas mais incríveis da cidade de Roma. Lá de cima, é possível ver a simetria perfeita da Praça de São Pedro, o rio Tibre serpenteando pela cidade e, em dias claros, até os arredores do Lácio. A entrada na basílica é gratuita, mas a subida à cúpula é paga. Recomenda-se chegar cedo, especialmente na alta temporada, pois as filas costumam ser longas e o acesso é controlado com detectores de metais. Vale lembrar que há um código de vestimenta: ombros e joelhos devem estar cobertos.

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Vista aérea a partir do topo da cúpula

O QUE VER NO VATICANO

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CAPELA SISTINA – A Capela Sistina é daqueles lugares que fazem a gente prender a respiração sem perceber. Localizada dentro do complexo dos Museus Vaticanos, ela é famosa no mundo inteiro pelo teto pintado por Michelangelo entre 1508 e 1512, sob encomenda do Papa Júlio II. Ali, estão algumas das imagens mais emblemáticas da arte ocidental, como a “Criação de Adão“, com os dedos quase se tocando, que virou referência em memes, pôsteres, camisetas e até tatuagens.

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Pintura “Criação de Adão”, de Michelangelo

A visita à Capela Sistina é o ponto alto de qualquer passeio ao Vaticano. Mas o que muita gente não sabe é que ela também é um lugar de grande importância para a Igreja Católica: é onde acontece o conclave, o processo secreto em que os cardeais se reúnem para eleger um novo papa. Quando sai a fumacinha branca da chaminé da capela, é sinal de que o mundo tem um novo pontífice.

O teto da capela tem mais de 500 m² e levou Michelangelo quatro anos para ser concluído. E detalhe: ele pintou tudo de pé em andaimes, com o pescoço virado para cima. O resultado é uma narrativa visual do Gênesis, cheia de movimento e força dramática, com figuras gigantescas em proporções perfeitas.  Quase trinta anos depois, o artista voltou à capela para pintar o monumental “Juízo Final” na parede atrás do altar. A obra, que cobre mais de 13 metros de altura, retrata o retorno de Cristo e o destino das almas, salvas ou condenadas. À época, gerou polêmica pela nudez das figuras, o que levou à inclusão posterior de “pano” em várias partes, obra de um discípulo mais pudico.

Chegar cedo ou fazer uma visita guiada após o horário de fechamento é uma boa opção para evitar a multidão que costuma lotar o espaço. Clique aqui para adquirir seus ingressos.

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Interior da Capela Sistina

 

Passagens Aéreas

 

MUSEUS VATICANOS – Os Museus Vaticanos são uma verdadeira maratona cultural, e vale cada passo. Com mais de 7 km de galerias, é impossível ver tudo em um único dia. Fundados no início do século XVI pelo Papa Júlio II, os museus reúnem algumas das maiores coleções de arte do mundo, acumuladas por papas ao longo de séculos.

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É difícil saber por onde começar. A Galeria dos Mapas, por exemplo, impressiona com seus afrescos detalhadíssimos do século XVI, retratando as regiões da Itália com uma precisão impressionante para a época. Já a Galeria dos Candelabros, das Tapeçarias e das Estátuas são passeios por diferentes formas de arte e estilos arquitetônicos que revelam o poder e o refinamento dos papas.

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Galeria dos Mapas

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Galeria dos Mapas

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Galeria dos Candelabros

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Teto da Galeria dos Candelabros

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Galeria das Tapeçarias

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Galeria das Estátuas

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Galeria das Estátuas

A Pinacoteca Vaticana guarda obras de Rafael, Caravaggio, Leonardo da Vinci, Giotto e muitos outros. Uma curiosidade: os Museus também abrigam o “Laocoonte e Seus Filhos”, uma escultura romana redescoberta no século XVI que influenciou profundamente o estilo dramático do Renascimento. Outra parada obrigatória é a “Stanza della Segnatura”, um dos aposentos pintados por Rafael. Nela está a famosa “Escola de Atenas”, onde o artista representou os grandes pensadores da antiguidade como se fossem personagens contemporâneos. Aristóteles e Platão aparecem com os rostos de Da Vinci e Michelangelo, uma maneira engenhosa de unir passado e presente.

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Pinacoteca Vaticana

Para quem quer ir além, o Museu Etnológico e o Museu Gregoriano Egípcio trazem coleções riquíssimas de artefatos de civilizações antigas, incluindo múmias, sarcófagos, papiros e objetos do cotidiano do Egito Antigo. Tudo isso, claro, sob a curadoria da Santa Sé.

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Museu Gregoriano Egípcio

A entrada para os Museus Vaticanos é paga e costuma esgotar com antecedência. Comprar os ingressos online evita filas imensas. E não subestime o tamanho do complexo: vale usar calçados confortáveis, levar água e reservar pelo menos meio dia para explorar com calma. Para quem curte arte e história, é um dos lugares mais completos (e intensos!) da Europa.

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Sala da Imaculada Concepção

NECROTÉRIO DO VATICANO E TÚMULO DE SÃO PEDRO – Poucos lugares no mundo carregam tanta densidade simbólica quanto o Necrotério da Basílica de São Pedro, mais conhecido como Necrópole Vaticana ou Scavi do Vaticano. Trata-se de uma área subterrânea que abriga túmulos e sepulturas do período romano, incluindo aquele que se acredita ser o túmulo original de São Pedro, o apóstolo considerado o primeiro papa da Igreja. O acesso à Necrópole é extremamente restrito. As visitas são feitas apenas com agendamento prévio (e com bastante antecedência), em pequenos grupos guiados por especialistas do próprio Vaticano. A entrada não é feita por dentro da basílica, mas por uma porta lateral, sob o Arco das Campanas, o que já torna a experiência um tanto misteriosa.

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Entrada da Necrópole Vaticana

Lá embaixo, você mergulha literalmente na história. O espaço preserva ruínas de tumbas pagãs e cristãs que datam do século I ao IV. Caminhar por ali é como entrar num corredor do tempo. Entre paredes de tijolos antigos, mosaicos em mármore, inscrições em latim e lápides esculpidas à mão, os guias explicam com detalhes como foi descoberta, na década de 1940, a tumba que se acredita conter os restos mortais de São Pedro.

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Necrópole Vaticana

Essa área foi escavada a mando do Papa Pio XII, após relatos de que sob o altar da basílica havia estruturas muito mais antigas do que se imaginava. Após anos de escavações e estudos arqueológicos, descobriu-se um mausoléu com uma inscrição em grego que dizia “Pedro está aqui“. Abaixo do local onde hoje está o altar principal da Basílica de São Pedro, encontra-se, portanto, o túmulo mais reverenciado da cristandade.

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Túmulo de São Pedro

Além de São Pedro, a Necrópole também abriga os restos mortais de outros personagens da história cristã e romana. Uma visita ali é carregada de emoção, especialmente para quem tem interesse em arqueologia, religião ou história da Antiguidade. A iluminação é baixa, o clima é úmido, e o silêncio é absoluto, criando uma atmosfera de profundo respeito e contemplação.

 Essa visita é diferente da visita à cripta da basílica, onde estão os túmulos de diversos papas (inclusive João Paulo II). A cripta é acessível ao público geral; já a Necrópole, exige autorização específica. As vagas são limitadíssimas, e os pedidos devem ser feitos por e-mail ao Escritório de Escavações do Vaticano, com semanas ou até meses de antecedência. Para muitos, essa é a parte mais impactante de uma viagem ao Vaticano: estar diante do possível túmulo de Pedro, pescador da Galileia que deu início a tudo aquilo que hoje se vê ali, em escala monumental.

 

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Dicas práticas para visitar o Vaticano

O Vaticano pode ser pequeno em tamanho, mas é imenso em atrações. Para aproveitar ao máximo a experiência, aqui vão algumas dicas práticas, reunidas de forma natural para ajudar tanto o visitante estreante quanto o mais experiente.

1. Chegue cedo (mesmo!)
Seja para entrar na Basílica de São Pedro ou visitar os Museus Vaticanos, quanto mais cedo você estiver por lá, melhor. As filas podem se formar já às 7h da manhã, especialmente na alta temporada. Quem visita os Museus pela manhã tem mais chance de ver a Capela Sistina com um pouco menos de gente, embora “vazia” seja quase impossível.

2. Compre ingressos online sempre que possível
Para os Museus Vaticanos, a compra antecipada com hora marcada é essencial. Além de garantir entrada, você evita a fila da bilheteria, que pode durar até duas horas. Já para a Basílica, a entrada é gratuita, mas há cobrança para subir à cúpula ou visitar o Tesouro e a Necrópole.

3. Atenção ao traje
O Vaticano exige vestimenta modesta para entrar em áreas religiosas: ombros e joelhos devem estar cobertos. Isso vale tanto para homens quanto para mulheres. Camisetas sem manga, regatas e shorts curtos podem barrar sua entrada, especialmente na basílica e na Capela Sistina.

4. Combine atrações próximas
É possível fazer o combo completo (Museus Vaticanos, Capela Sistina e Basílica de São Pedro) em um só dia, mas será puxado. Uma boa estratégia é visitar os Museus pela manhã, almoçar nas redondezas e deixar a basílica para a tarde, o acesso da Capela Sistina para a basílica, por dentro, facilita esse roteiro, embora oficialmente seja reservado para grupos guiados.

5. Se puder, volte à noite
À noite, a Praça de São Pedro iluminada é simplesmente mágica. Sem multidões, sem filas, só o som dos próprios passos ecoando nas pedras do chão. Um jeito perfeito de encerrar a visita.

 


INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA SUA VIAGEM

Visto – Brasileiros não precisam de visto para estadas a turismo de até três meses na Itália. Apenas necessitam apresentar passaporte com, no mínimo, três meses de validade. Aqueles que pretendem estudar, trabalhar ou estender a permanência precisam de visto. Mais informações, consulte o site www.doyouneedvisa.com.   No controle de imigração: 1ª) Leve seus comprovantes de hospedagem, da passagem da volta, do seguro viagem e quaisquer outros que possam lhe ajudar;  2ª) Tenha uma boa quantidade em dinheiro (espécie). Para a Europa, o Itamaraty recomenda ter, pelo menos, 550 € na carteira, além de um cartão de crédito.

População – Cerca de 800 habitantes.

Idioma – Italiano.

Moeda – A moeda local é o Euro (€ ou EUR). Consulte a taxa atualizada.

Cartão de viagem

Para uma viagem mais segura e prática, é recomendável optar por alternativas como Cartões de Viagem. O cartão Wise, por exemplo, permite carregar dinheiro em diferentes moedas de forma digital, facilitando na hora de pagar e sacar em suas viagens internacionais. Evite transportar grandes quantias em dinheiro e reduza os riscos de transtornos ao viajar para outro país! Saiba mais sobre o Cartão de Viagem Wise.

Vacinas – Nenhuma vacina é exigida para entrada no país. No entanto, 26 países da Europa exigem que cidadãos extrangeiros façam um seguro de viagem (mínimo de 30.000 €) para cobertura de despesas médicas, hospitalares e ajuda social. Não é o Plano de Saúde que você tem no Brasil!

Contratar um Seguro Viagem é algo importante para a tranquilidade e segurança de qualquer viagem. O seguro oferece cobertura para situações inesperadas, como problemas de saúde, acidentes, perda de bagagem, cancelamentos de voos e outros imprevistos. Compare planos e encontre os melhores preços das principais seguradoras no site da Seguros Promo.

Eletricidade e Tomadas – O Vaticano, bem como toda Itália, operam em correntes de 230 volts e tomadas nos tipos L, ou seja, com três pinos paralelos e de igual tamanho. Elas são compatíveis com o tipo C, aquele que a gente utilizava no Brasil e era feliz, antes da “presidenta” trocar o padrão!  Leve um adaptador específico ou um “T” de dois pinos redondos.

Tomadas Itália       Leve como adaptador

QUANDO IR AO VATICANO / MELHOR ÉPOCA PARA VISITAR O VATICANO

O Vaticano pode ser visitado o ano todo, mas os meses de abril a junho e de setembro a outubro são os mais agradáveis, tanto em clima quanto em fluxo turístico. Nesses períodos, as filas para os Museus Vaticanos costumam ser menores e o calor, mais suportável. Evite os feriados religiosos e as datas próximas à Páscoa e ao Natal se quiser fugir das multidões.

A menor precipitação ocorre de junho a setembro, caso contrário chove em média oito dias por mês durante todo o ano. De novembro a abril, a temperatura quase nunca é inferior a 15 ºC. Mas raramente está realmente gelado. Leve uma jaqueta de inverno com você.

No gráfico abaixo, é possível ver, mês a mês, as médias de temperatura (vermelho) e de chuva (azul), obtidas com base em dados climatológicos de diversos anos.

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Dados Climatológicos – Vaticano (clique sobre a imagem para ampliá-la)

HOSPEDAGEM

Como o Vaticano está localizado em Roma, recomendamos que você se hospede em bairros próximos como Prati, Borgo ou Trastevere. Ficamos hospedados no Hotel Della Conciliazione (8,4), que oferece excelente localização, conforto e atendimento. A poucos minutos da Praça de São Pedro, ele nos permitiu fazer tudo a pé e aproveitar os arredores com tranquilidade. O Hotel Della Conciliazione conta com a aprovação do blog VisiteiGostei.

HospedagemA seguir, apresentamos outras excelentes opções de hospedagem em Roma. Encontre aquela que melhor se adapta às suas necessidades e preferências.

Visão geral: Todas as hospedagens
Boas e baratas ($): Ibis Roma Fiera (8,0) || Borgo Vaticano Guest House (9,0)
Confortáveis ($$): Mercure Roma Cinecittà (9,0) || The Social Hub Rome (9,2)
Sofisticadas ($$$): Hotel Diplomatic (8,8) || Vatican Relais Rome (9,0)

TRANSPORTE

Você pode chegar facilmente ao Vaticano usando o metrô de Roma. A estação Ottaviano – San Pietro (linha A) é a mais próxima da entrada dos Museus Vaticanos. Há também várias linhas de ônibus e bondes que atendem a região. A partir de outras áreas de Roma, o transporte público é eficiente, e caminhar pelas ruas próximas ao Vaticano é uma experiência agradável por si só.

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Caminho para acesso às atrações do Vaticano

 Na maioria das cidades da Europa, não se encontra banheiro público com facilidade. Os que existem geralmente cobram de 0,50 € a 2 € dos usuários. 1ª) O aplicativo Toilete Finder ajuda você a encontrar banheiros públicos perto de onde está;  2ª) Tenha sempre no bolso alguns trocados, pois existem banheiros automáticos que só liberam para uso mediante a colocação de moedas.

SAÚDE

Embora o Vaticano não tenha hospitais próprios, você estará em Roma e poderá contar com a excelente infraestrutura hospitalar da capital italiana. Há pronto atendimentos e farmácias nas proximidades da fronteira com o Vaticano. Há hospitais e unidades de pronto atendimento credenciadas junto às faculdades e à Prefeitura de Roma. Contudo, não sabemos lhe informar se irão lhe cobrar por um atendimento básico. É neste momento que o seguro viagem, previamente contratado, entra em ação. Carregue sempre consigo o contrato/comprovante, para apresentá-lo em caso de emergência.

Leve seus medicamentos de uso contínuo (se tiver) e, por precaução, os que podem ser úteis durante sua estada nesta cidade, já que no exterior é difícil comprar remédios sem receita médica.

SEGURANÇA

O Vaticano é extremamente seguro. A presença da Guarda Suíça e da polícia italiana garante tranquilidade aos visitantes. Ainda assim, em locais com grande concentração de turistas, como a Praça de São Pedro e os arredores da Via della Conciliazione, é bom estar atento aos batedores de carteira. Mantenha seus objetos de valor bem guardados.  Recomendamos deixar o passaporte original guardado no hotel e andar somente com a cópia (colorida) das páginas de identificação.

ALIMENTAÇÃO

Não há muitos restaurantes dentro do território do Vaticano, mas as redondezas oferecem ótimas opções. No bairro Prati, por exemplo, você encontrará trattorias familiares, pizzarias tradicionais e cafés acolhedores. Experimente pratos como a carbonara romana ou uma simples e deliciosa pizza al taglio (pizza vendida em pedaços).

Também vale a pena saborear um gelato artesanal enquanto caminha em direção à Praça de São Pedro. É comum encontrar pequenas gelaterias charmosas ao longo do caminho entre a estação de metrô e o Vaticano.

SOUVENIRS

As lojinhas oficiais do Vaticano vendem artigos religiosos autênticos, como rosários, imagens de santos e medalhas. Você as encontra ao sair da Basílica ou nos Museus Vaticanos. Há também bancas de rua e lojinhas ao redor da Praça de São Pedro, mas é bom prestar atenção na qualidade (e nos preços).  Muitos artigos vendidos no Vaticano já vêm com a bênção papal incluída. Verifique na etiqueta.

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